silvia nogueira

escrevo porque sou antiga. se fosse moderna digita-mo-ia.

escritora. tradutora. psicóloga. anhembo’e va’e nhande py. entusiasta del portuñol selvaje como signo de resistência pra uma lationoamérica plurilíngue. publicou o livro híbrido ruminânSias (patuá, 2018), contemplado pela bolsa de fomento à literatura da Fundação Biblioteca Nacionalo libreto artesanal Lowó-Lowó (independente – 2016) e o livro de contos Imagens da Rua (2006). participou das antologias Tara, tarô e outros vícios (Palavraria, Risco, 2016) e Livro-Livre (org. Damazio e Mendonça, Risco, 2014). outras participações em publicação impressa: vi-me (agenda do Centro Cultural de São Paulo, 2012), micropeça Transmelhança (jornal GLBTUVXZ, org. Marcelino Freire, 2012), plaquete Língua Mariposa (org. Claudio Daniel, 2011), conto Entrar no ruído (tradução colectiva, Alia Trabucco Zeran, Puñado, 2019). colaboração com o jornal Maré, coluna Dedo de prosa, dedicada à história de vida de pescadores e pescadoras da Costa de Caparica e Fonte da Telha (Portugal, 2017).

formativo: psicologia (1998), medicina tradicional chinesa (2002), mestrado em psicologia social (PUC/SP, 2005), Curso Livre de Preparação do Escritor (Casa das Rosas, 2013), Programa Formativo para Tradutor Literário (Casa Guilherme de Almeida, 2019).