Selva é uma criança que viaja em uma cápsula de matérias vivas. Selva pode se transportar e acordar em longínquas florestas ou no nosso próprio estômago.

Não perca as descobertas deste pequeno ser sonhador.

Uma micro-série de oito capítulos realizada a partir da filosofia da Marionete Livre e criada por Juliana Notari e Laura Corcuera.

 

Realização: Condô Cultural e Marionete Livre. Produção: Marionete Livre. Criação e animação de marionetes, formas e matérias: Juliana Notari. Cénarios: Juliana Notari. Roteiro: Juliana Notari e Laura Corcuera.           Música original: dani-vi. Câmeras: Yuri de Francco e Laura Corcuera. Iluminação: Juliana Notari, Yuri de Francco e Laura Corcuera.                        Edição e montagem: Yuri de Francco.                      Direção: Laura Corcuera.
 

@junotari @yuridefrancco @dani_vi_dani_vi

selva #04

10/11/2020

A cápsula de Selva cai num território doente de tanto metal extraído das profundezas. Selva quase não tem força para germinar. A fumaça do metal dificulta a respiração de Selva. Mas onde há poesia e fluxo, há vida.

EPISÓDIOS

selva #05

Selva descobre montanhas douradas e cheirosas e segue seu caminho e
desejo de encontrar e recolher sementes. Mas a força humana corta as
montanhas em pedaços. Selva insiste e persiste com seu olhar atento e
Poético.

selva #04

A cápsula de Selva cai num território doente de tanto metal extraído das profundezas. Selva quase não tem força para germinar. A fumaça do metal dificulta a respiração de Selva. Mas onde há poesia e fluxo, há vida.

selva #03

Selva se sente exausta e tenta descansar, mas a floresta de papel é destruída enquanto ela dorme. Ainda saindo do mundo dos sonhos, Selva enfrenta seres com fome de terra e árvores. O papel um dia foi árvore.

selva #02

No capítulo 2, a cápsula viva da Selva pousa em um oceano estranho, de texturas sintéticas, transparentes.
Será que esse pequeno ser encontrará vida nessa nesse espaço inóspito?

selva #01

Selva é uma criança que viaja em uma cápsula de matérias vivas.
Selva pode se transportar e acordar em longínquas florestas ou no nosso próprio estômago.