M E M Ó R I A

Após o ciclo escola-maternidade-hospital, o prédio ficou abandonado por 15 anos. E já quase centenário, teve sua vocação social resgatada, convertendo-se em espaço cultural, graças a um grupo de pessoas que começou a transformá-lo: do abandono à ocupação, à vida artística, ao fazer diário.

Desde o início desse processo, em 2009, é constante a preocupação em manter a identidade cultural coletiva que está estampada nas paredes e detalhes do imóvel. Todas as reformas e modificações são baseadas na preservação da história do lugar. A cada parede descascada, um mundo revelado, um pedaço da história de muitas pessoas que passaram pela escola e pelo hospital. E são muitas as camadas das paredes, das pinturas, portas, janelas e pisos.

Todo este movimento incansável de manter o prédio e sua história vai contra o sistema cruel de especulação imobiliária que a região oeste de São Paulo tem sofrido na última década. Acreditamos que a perda do patrimônio representa a perda da história e da identidade, pois a história do nosso bairro e do local onde convivemos e habitamos é única e insubstituível, e a destruição das suas representações materiais significa o esquecimento de parte da nossa identidade cultural. E esquecer nossa cultura é esquecer quem somos.

Dar importância à preservação de um prédio histórico como esse, portanto, é trazer à luz os significados que vão além do valor material e estético, conservando elementos da história do lugar e de sua população.

Mesmo cuidando sempre da manutenção do espaço – sem deixar de propor inúmeros eventos e ações culturais –, o prédio necessita constantemente de intervenções que demandam mão de obra especializada e muitas vezes estão fora das nossas possibilidades financeiras. Tudo o que foi feito até hoje para que o prédio pudesse ser minimamente recuperado e habitado, aconteceu graças à ação de pessoas interessadas em mantê-lo em funcionamento. Um trabalho de formiguinha com muito suor e muita, muita mão na massa. Graças a colaboração dessas pessoas é possível manter o espaço ativo e em processo constante de recuperação. 

Se quiser fazer parte dessa construção, venha nos conhecer, ser um associado, acompanhar nossa programação ou colaborar com nossos projetos

A Casa é uma antiga edificação de história longa e movimentada. O prédio com área construída de 970 m2 em um terreno de 1.250 m2, está dividido em duas partes. A primeira construção deu lugar ao Grupo Escolar Anglo Brasileiro, que funcionou entre 1933 e 1955. A segunda construção foi erguida em 1955, após o fechamento da escola, e deu lugar ao Hospital e Maternidade São Marcos, que se transformou no Hospital Geriátrico Anglo Brasileiro no final da década de 70, fechando suas portas no ano de 1995. 

Um prédio que foi testemunha de nascimentos e mortes e que faz parte da história e memória do bairro, a popular Vila Anglo Brasileira, moradia de imigrantes na zona oeste de São Paulo.

M E M Ó R I A

A Casa é uma antiga edificação de história longa e movimentada. O prédio com área construída de 970 m2 em um terreno de 1.250 m2, está dividido em duas partes. A primeira construção deu lugar ao Grupo Escolar Anglo Brasileiro, que funcionou entre 1933 e 1955. A segunda construção foi erguida em 1955, após o fechamento da escola, e deu lugar ao Hospital e Maternidade São Marcos, que se transformou no Hospital Geriátrico Anglo Brasileiro no final da década de 70, fechando suas portas no ano de 1995. 

Um prédio que foi testemunha de nascimentos e mortes e que faz parte da história e memória do bairro, a popular Vila Anglo Brasileira, moradia de imigrantes na zona oeste de São Paulo.

Após o ciclo escola-maternidade-hospital, o prédio ficou abandonado por 15 anos. E já quase centenário, teve sua vocação social resgatada, convertendo-se em espaço cultural, graças a um grupo de pessoas que começou a transformá-lo: do abandono à ocupação, à vida artística, ao fazer diário.

Desde o início desse processo, em 2009, é constante a preocupação em manter a identidade cultural coletiva que está estampada nas paredes e detalhes do imóvel. Todas as reformas e modificações são baseadas na preservação da história do lugar. A cada parede descascada, um mundo revelado, um pedaço da história de muitas pessoas que passaram pela escola e pelo hospital. E são muitas as camadas das paredes, das pinturas, portas, janelas e pisos.

Todo este movimento incansável de manter o prédio e sua história vai contra o sistema cruel de especulação imobiliária que a região oeste de São Paulo tem sofrido na última década. Acreditamos que a perda do patrimônio representa a perda da história e da identidade, pois a história do nosso bairro e do local onde convivemos e habitamos é única e insubstituível, e a destruição das suas representações materiais significa o esquecimento de parte da nossa identidade cultural. E esquecer nossa cultura é esquecer quem somos.

Dar importância à preservação de um prédio histórico como esse, portanto, é trazer à luz os significados que vão além do valor material e estético, conservando elementos da história do lugar e de sua população.

Mesmo cuidando sempre da manutenção do espaço – sem deixar de propor inúmeros eventos e ações culturais –, o prédio necessita constantemente de intervenções que demandam mão de obra especializada e muitas vezes estão fora das nossas possibilidades financeiras. Tudo o que foi feito até hoje para que o prédio pudesse ser minimamente recuperado e habitado, aconteceu graças à ação de pessoas interessadas em mantê-lo em funcionamento. Um trabalho de formiguinha com muito suor e muita, muita mão na massa. Graças a colaboração dessas pessoas é possível manter o espaço ativo e em processo constante de recuperação. 

Se quiser fazer parte dessa construção, venha nos conhecer, ser um associado, acompanhar nossa programação ou colaborar com nossos projetos.