Desde 2000, se dedica a investigação da marioneta contemporânea e a etnografia da matéria e do movimento. Reside durante sete anos na França, onde começa o mestrado em Artes do Espetáculo, na Universidade de Strasbourg, deixando-o em 2010 para realizar Vieilles Boîtes, pesquisa artística sobre a velhice, internando-se seis meses em uma residência de idosos de Rhones Alpes e produzindo cinco peças. Como artista, marionetista, diretora, dramaturga e pedagoga cênica criou mais de 40 obras, desenas de festivais, blocos e cabarets com comunidades locais e centenas de oficinas, realizando turnês por Brasil, México, Bolivia, Argentina, Colombia, España, Letonia, Francia, Portugal, República Checa, Italia, Suiça y Coréia do Sul, entre outros. Em 2014 se incorpora ao Condomínio Cultural e sua gestão, dividindo seu tempo entre seus experimentos e pesquisa sobre a marionete livre a as diversas formas de interdependências a partir do convívio e da produção artística.

É uma artista nômade e ativista anti-racista e contra violência de gênero e classista.

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