Camila Mizutani (São Paulo, 1986). Artista visual formada pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Atualmente é residente no Condô Cultural onde desenvolve seu trabalho artístico.

Foi coordenadora do Espaço Mizú organizando oficinas, workshops, conversas e palestras em diversas áreas de criação. Teve a experiência em uma startup de tecnologia nas áreas administrativa, planejamento, recursos humanos e de projeto, além de liderar a equipe de design.

Retoma agora projetos pessoais procurando aplicar toda experiência acumulada no desafio de trabalhar com a própria arte.

Sobre o trabalho – 

Desenvolve seu trabalho artístico em diferentes suportes (papel, parede, chão, tecido e livro) e em diversas técnicas (pintura acrílica, aquarela, carimbo, bordado e arte digital). Mais recentemente tem direcionado seu trabalho em pintura mural, projetos de instalação com bordado e pinturas em aquarela.

A figura da carpa sempre está presente nos trabalhos como um amuleto. As carpas possuem um significado muito importante na cultura oriental representando perseverança, coragem e esperança. São peixes muito resistentes e são capazes de subir rios e cascatas para alcançar o local da desova. Por isso, carpas subindo são peixes que estão indo ao encontro com seus objetivos, e carpas descendo representam os objetivos alcançados.

A artista foi selecionada pelo edital “Ocupação Artística” do SESI em 2014 com o projeto “Jardim das Carpas” e em 2017 com a obra “Brisa de Carpas”.

“Brisa das Carpas”

Obra que participa da exposição “Algum lugar em nós ainda sonha” que participa do evento Casa Aberta no Condô.

No olhar da artista, a obra “Brisa de Carpa” dialoga muito com o tema da exposição pois as carpas bordadas em tecidos que flutuam para o teto em direção ao céu representam a perseverança e a luta de todos nós que ainda sonham com um mundo melhor.

 

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