11:11 ARTE, criada pelas artistas paraenses Roberta Carvalho e Aíla, realiza projetos especiais na área cultural, que envolvam artes integradas, com foco principal em música, artes visuais e tecnologia, promovendo, através de projetos pioneiros, o intercâmbio e diálogo cultural entre a Região Norte e o Brasil, bem como produzindo e realizando projetos dentro do Estado do Pará, colaborando para formação de público e difusão da arte e cultura paraense.
A 11:11 Arte faz a gestão de carreira de suas artistas fundadoras, a cantora Aíla e a artista visual Roberta Carvalho, através de apresentações artísticas pelo Brasil e pelo mundo, criação e gestão de projetos especiais, planejamento e produção cultural.
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Sobre Aíla
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Nascida na Terra Firme, bairro da periferia de Belém, AÍLA é um dos principais nomes contemporâneos da música produzida no Brasil. Com um timbre marcante e intensa personalidade no palco, ganhou destaque em 2012, com o álbum “Trelêlê”, onde misturou a tradição popular musical do Pará com uma sonoridade mais contemporânea, flertando com o brega e a lambada. De lá pra cá, o lado ativista e inquieto de AÍLA tomou a frente do seu trabalho, chegaram os versos afiados e certeiros. Em 2016, lançou seu segundo álbum, “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, pelo edital Natura Musical, com pegada artivista. No disco, ela discute temas urgentes, como feminismo e questões de gênero, e investe em uma sonoridade vibrante, que flerta com as distorções do rock e ao mesmo tempo com os beats eletrônicos, reflexo também da conexão Belém-São Paulo, onde reside hoje. Seu show já passou por palcos emblemáticos, como Circo Voador (RJ), Festival Se Rasgum (PA) e Coala Festival (SP). A partir de 2019, ela une a verve pop ao seu ativismo, na nova série de singles que tem seu marco inicial com “Treme Terra”
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Sobre Roberta Carvalho
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Desenvolve trabalhos no trânsito entre a imagem, a intervenção urbana, a video-projeção e a videoarte. Formada em artes visuais pela Universidade Federal do Pará (UFPA) é atualmente Mestranda em Artes da UNESP (PPGARTES).
Seus trabalhos trazem a inserção da imagem digital fotográfica ou em vídeo para o espaço público da cidade e outras paisagens não urbanas. Seja em copas de árvores, seja em edificações históricas, buscando sempre uma relação com o espaço onde a imagem se insere. Muitas das imagens construídas e projetadas são de personagens comuns e muitas vezes às margens da sociedade, refletindo uma relação simbólica com o entorno onde a ação artística acontece, suscitando questões identitárias e sociais, como em Symbiosis (2007 – ), onde faces de ribeirinhos amazônicos são projetadas em áreas verdes nestas próprias comunidades.
Foi vencedora de diversos prêmios, entre eles, o Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais (2014), Prêmio Diário Contemporâneo (2011) e Prêmio FUNARTE Microprojetos da Amazônia Legal (2010). Foi bolsista de pesquisa e criação artística do Instituto de Artes do Pará (2006 e 2015).
Dentre as exposições, mostras e festivais que participou, destacam-se: On_Off Itaú Cultural (2019), Amazon Connection (Bruxelas-Bélgica, 2018), Arte Pará (2017), Periscópio – Zipper Galeria (São Paulo, 2016), 7ª Mostra SP de Fotografia (São Paulo, 2016), Visualismo – Arte, Tecnologia, Cidade (Rio de Janeiro 2015), SP ARTE/FOTO (2014), Grande Área Funarte (São Paulo, 2014), Pigments (Martinica, 2013), Festival Paraty em Foco (Paraty, 2012), Tierra Prometida (Barcelona, 2012), e Vivo Art.Mov (Belém, 2011). É idealizadora do Festival Amazônia Mapping, iniciado em 2013 e do Festival M.A.N.A. – festival de Arte e feminismo iniciado em 2017, no Pará. Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA) e Museu da Universidade Federal do Pará.
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“Nossas palavras-chave são: Produção cultural, música, artes visuais, arte e feminismo e arte e tecnologia.”

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