Domingo 03/11 é dia de casa aberta!

Em 2020 o Condô faz 10 anos, e para encerrarmos o ano 9 e também a campanha Mãos à Arte teremos um dia com programação cheia e muito amor.

A campanha teve início no dia 18/08/2018 e o retorno foi demais! Conseguimos dar um gás nas reformas e outras melhorias da casa, já são 10 anos de trabalho de formiga por aqui e toda ajuda é sempre muito importante. Chega mais pra ver como anda nossa casa e entender para onde foi sua colaboração!

Preparamos uma belíssima programação. Vai rolar show, exposição, ateliês abertos, café caipira… só coisa boa! Dia de receber todas, todos e todes e celebrar.
Ah! Lembrou que ainda não buscou sua contrapartida? Aproveita que esse será o último dia!

Vem!

 

 

 

 

 

 

 

 

⇒ 9h às 13h – Café Caipira 

Café da manhã no nosso quintal das delícias. 

#deliciasdatabata feitas com muito amor. 

Pão de fermentação natural e de vó, geleia do nosso pé de amora, bolo de cenoura com cobertura de chocolate, bolo de fubá cremoso, requeijão caseiro, sucos naturais… só chegar e se deliciar. 

 

⇒ 9h às 13h – Ateliers abertos a visitação 

  • Beatriz Nogueira (Sala 05) 
  • Bruna Quevedo e Pixel (Sala 17)
  • Christian Bittencourt (Sala 24)
  • Eneida Sanches (Sala 12)
  • Gabriela Sacchetto e Camila (Sala 11) 
  • Julia Anadam (Sala 18)
  • Rafael Fanti (Sala 13) 
  • Ricardo Silly (Sala 01) 
  • Amarela Upcycling – Ruth Wünsch (Sala 06)
  • Tatuvagem (Sala 20 – Centro Cirúrgico) 
  • Ateliê UVê  (Sala 10)
  • 11:11 Arte – Roberta Carvalho e Aíla (Sala 07) 

 

⇒ 9h – Abertura da Exposição – Algum lugar em nós ainda sonha

Artistas: Ateliê UVê e Amarela Upcycling, Beatriz Nogueira, Bruna Quevedo, Christian Bittencourt, Eneida Sanches, Gabriela Sacchetto, Giselle Rocha, Julia Anadam, Leandro Tupan, MilaMizu, Pixel, Rafael Fanti, Ricardo Sily, Roberta Carvalho, Ruth Wünsch, Tiana Chinelli e Ulli Nalin 

 

⇒ 9h30 às 13h – Performance “Leitura de Tarô para reconexão e criação de outros mundos possíveis” com Julia Anadam (Sala Azul – 18) 

Existem respostas que estão fora e existem respostas que estão dentro. Nessa performance, Julia Anadam interpreta para cada consulente a tiragem de duas cartas de tarô, que respondem à questão que ressoou nos corredores do Condô nas últimas semanas: “quais características minhas eu preciso trazer para a luz para criar um novo mundo possível?” Se para alguns a resposta será prática e racional, para outros ela pertence ao mundo dos sonhos e da imaginação. Venha abertx e curiosx. 

 

⇒ 10h às 12h – Música com Felipe Mancini e Paulo Bira (Quintal) 

Felipe Mancini é violonista e compositor com carreira construída ao longo dos últimos 15 anos, nos quais gravou e dividiu palcos com diversos grupos e artistas, pelo Brasil e Europa. Lançou em maio de 2019 seu primeiro álbum solo, chamado Passagem. Paulo Bira, É co-autor e produtor do projeto “Brasileirinhos – música para os bichos do Brasil”, que foi indicado ao prêmio Grammy latino na categoria de melhor álbum de música para crianças. Foi baixista do grupo de música étnica Mawaca entre 2003 e 2012, arranjador, baixista e produtor musical da banda RotoRoots e baixista da banda Romance da atriz e cantora Marisa Orth. 

Juntos fazem um trabalho instrumental que reúne músicas autorais e temas da música árabe e do jazz cigano.

 

⇒ 10h30 às 11h30 Aula-demonstração – Hipnose ao alcance de todos (Fundão) 

Tudo que você sempre quis saber sobre hipnose, mas nunca teve coragem de perguntar

Alexandre Roit e Wilson Vasconcelos se impuseram uma missão: desmistificar a hipnose. Juntos, dividem a cena num espetáculo de hipnose, mas isso só não basta.

Alexandre também se dedica à hipnose clínica, enquanto Wilson, ou melhor, o palhaço Gelatina é, sem sombra de dúvidas, um dos embaixadores da hipnose de entretenimento no Brasil.

Isso pra dizer o óbvio: a hipnose é uma ferramenta. Seu uso se determina a partir das escolhas feitas de comum acordo entre hipnólogo e hipnotizado.

Quer saber como isso funciona?

Venha assistir à aula-demonstração que esses dois artistas farão e conheça um pouco mais sobre hipnose.

 

 

⇒ 11h30 – Cia. Hasta Las Manos – Teatro de Marionete (Quintal) 

Matias Arce (ARG/BRA) – O Compositor de Silêncios

Espetáculo concebido por Matias Arce, focado na simplicidade do encontro do público com o universo da marionete, a partir da delicadeza da música e da poesia dos movimentos sem a utilização de palavras.

 

⇒ 12h Performance Cianotipão – Amarela Upcycling e Ateliê UVê (Quintal) 

Performance para a impressão de uma cianotipia em grandes dimensões com intervenções upcycling, uma parceria dos artistas do Ateliê UVê e da Amarela. A cianotipia é um dos primeiros processos de impressão fotográfica descobertos no séc XIX. O Cianotipão será parte da exposição Algum Lugar em Nós Ainda Sonha.

 

⇒ 14h às 15h30 – Um Gole de História com Diógenes Souza (Fundão) 

A palestra é uma experiência para conhecer o patrimônio industrial paulistano composto por algumas cervejarias e entender questões relacionadas ao processo de urbanização e cotidiano desta cidade.

Baseado na tríade ferrovia-imigração-fábrica é possível distinguir elementos que compõem a urbanização paulistana, tendo como foco uma das companhias cervejeiras que, além de ser uma fábrica de bebidas, construiu uma série de outros equipamentos urbanos em São Paulo.

 

⇒ 15h30 às 17h30 – Aula Defesa Pessoal Feminina com Cristiano Miranda (sala do linóleo)   

As técnicas utilizadas são simples, objetivas e de fácil aprendizado, possibilitando a qualquer mulher a capacidade de se defender com êxito, independente do tamanho ou força do agressor.

O ministrante da aula é o professor Cristiano Miranda, que iniciou seus estudos nas artes marciais no ano de 1998, tornando-se faixa preta em Kung Fu no ano de 2006.

 

⇒ 17h30 – Leitura Ruminante (café escondido) 

Leitura de trechos do livro ruminânSias (Patuá, 2018) com Silvia Nogueira… nesta feita, vivas ao portunol selvaje!

“en uno de mis cuerpos anteriores habito esa voz como una lengua madre. muy larga. que pasa…”

  

⇒ 18h00 às 19h00 – Música com Evandro Camperom (Quintal)

Longe Claridade

As canções são gestadas das mais distintas formas. A partir de um motivo melódico, de uma sequência harmônica, de um verso, de uma expressão ouvida na rua.

Uma palavra, um som. Uma fagulha que ganha volume e alma, não se sabe direito como e nem por quê. Evandro Camperom sabe disso. É compositor “por sina e por certeza”. Faz verdadeira artesania com palavras e sons. Escreve pra cantar. Assim.

“Longe claridade” é um show de canções. Um passeio por algumas das obras de seus  três álbuns (“Algazarra”, “Ferramenta Quente” e “A revolta do parafuso” , além de algumas inéditas). Aqui, as cantigas aparecem quase que despidas (acompanhadas da voz e do violão de Evandro e da guitarra de Fabá Jimenez), mais próximas do chão de onde costumam brotar.

“Longe claridade” é um risco no céu dos ouvidos. Bom de se ver, bom de se sentir.

 

⇒ 19h00 às 20h00 – Discotecagem Monocrobabies

Uma viagem pelo tempo com clássicos e nem tanto.

 

SOBRE A ARRECADAÇÃO FINANCEIRA DA AÇÃO 

 

Proposta de criar/abrir um fundo de projetos da associação, pensando nas ações de comemoração do Condô ano 10 em 2020.

 

Contribuição sugerida ao público R$ 15,00 

 

– UM POUCO SOBRE O CONDÔ –

O prédio histórico que abriga o Condomínio Cultural, carinhosamente chamado de “Condô”, é um espaço que desde 2010 abriga artistas residentes e promove variada agenda cultural.

A edificação localizada na Vila Anglo Brasileira já foi escola (1933-1955), maternidade e hospital (1956-1995) e ficou abandonada durante 15 anos (1995-2009).

No finalzinho de 2009 iniciamos o processo de recuperação e transformação do espaço.
Muita coisa já aconteceu para chegarmos até aqui e muitas pessoas já colocaram a mão na massa para que o prédio pudesse ser minimamente recuperado e habitado, e ainda há muito a ser feito.

Hoje, o Condô é o espaço de trabalho de mais de 50 artistas, empreendedores culturais e ativistas. É um espaço que abriga diferentes propostas de formação e programação. É uma associação cultural qualificada como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).

Desde o início do projeto, em 2010, realizamos diferentes iniciativas artísticas, culturais e sociais, promovendo a criação e a experimentação. Os condôminos contribuem com a manutenção do projeto e nossa programação é realizada de forma independente por meio da contribuição livre e consciente do público.